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Vice-Presidente José Amarante, Presidente Gilberto Schafer, Diretor-Financeiro Paulo Olympio e Secretário-Geral Ricardo Freitas
Gilberto Schafer assume a Presidência da União Gaúcha

A União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública (UG) em Assembleia Geral realizada na manhã de segunda-feira (02/05/2016) por aclamação elegeu a Coordenação Executiva e Conselho Fiscal para a Gestão 2016-2017.

A Diretoria da UG ficou assim constituida:

COORDENAÇÃO
CONSELHO FISCAL
TITULARES:
SUPLENTES

O vice-presidente, José Amarante, destacou a importante atuação de Eugênio Terra à frente da União Gaúcha. “Ele foi um presidente muito especial para a UG, seus esforços na LDO, por exemplo, merecem todo nosso respeito”, reforçou. O plenário homenageou o Presidente Eugênio Terra - ausente por motivo de saúde - com intenso aplauso.

As diretoras do CEJUS Jusselaine Porto e Kátia Aguiar participaram da eleição, representando a Presidente Maria Beatriz Rodrigues Machado. Jusselaine e Kátia destacaram que os objetivos da UG e o engajamento às causas pelo equilíbrio financeiro do Estado são de total transparência para todas as entidades que congrega, e se fortalecem na sucessão das coordenações.

O Presidente-eleito Gilberto Schafer pontuou a importância do sistema colegiado para o bom encaminhamento das decisões em favor dos pleitos das associações que integram a UG. Em especial, disse da preocupação com a execução de uma administração equilibrada para um dos regimes mais antigos de previdência.

Previdência Complementar
Em audiência ocorrida na semana passada, o Procurador-Geral de Justiça, Marcelo Lemos Dornelles, sinalizou que nesta segunda-feira (2/5) ingressaria com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), atendendo parcialmente o pedido da União Gaúcha em relação à legislação que instituiu o regime de previdência complementar para os servidores estaduais. “Estamos aguardando o posicionamento do Ministério Público para que possamos avaliar a situação e adotar as medidas necessárias”, afirmou o presidente da União Gaúcha, Gilberto Schäfer.

A legislação fixou limite máximo para a concessão de aposentadorias e pensões pelo Regime Próprio de Previdência Social e autorizou a criação de entidade fechada de previdência complementar. A UG aponta diversos aspectos considerados inconstitucionais como a falta de um cálculo atuarial para embasar o novo regime previdenciário e o fato de a Constituição Estadual não prever esse modelo, entre outros argumentos.