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A recorrente falta de quorum mantém obstrução ao reajuste salarial

Por falta de quórum, a reunião da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, na manhã desta terça-feira (15/05/2018), não avaliou os projetos de reposição salarial dos servidores da Justiça. A frustração foi geral no encontro, acompanhado por lideranças classistas.

Apenas quatro deputados marcaram presença: Ciro Simoni, Lucas Redecker, Ronaldo Santini e Luiz Fernando Mainardi. Os representantes classistas visitaram os gabinetes dos deputados para pressionar avanços na reunião de líderes.

A Vice-Presidente do Cejus, Jusselaine Gomes Porto, e sua Diretora Kátia Conceição Aguiar (foto ao lado), representam a Presidente Maria Beatriz Rodrigues Machado nos atuais movimentos reivindicatórios. Jusselaine e Kátia acentuam que, juntamente com os representantes dos servidores do Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Contas, buscaram explicações nos gabinetes dos deputados que não compareceram à reunião da CCJ.

"Estivemos nos gabinetes dos deputados Valmir Zanchin (MDB) que é o Presidente da CCJ, Frederico Antunes (PP), Gabriel de Souza (MDB), Stela Farias (PT) e conversamos com o chefe de Governança da Assembleia Legislativa, José Eduardo Sestari Argenton Jasnievics, tentando conseguir uma agenda com o presidente da Assembléia Legislativa, Marlon Santos (PDT), mas o deputado não pode nos receber devido aos  seus compromissos", afirmarm Jusselaine e Kátia.

"Nosso objetivo foi de que os deputados soubessem a situação dos servidores, que estão aguardando a votação dos seus projetos, defendendo os seus direitos de poderes independentes e com orçamentos próprios", enfatizaram as representantes do CEJUS

Também foram entregues cópias de pareceres que contrapõem o parecer apresentado pela Procuradoria da Assembleia Legislativa  que não consideram ilegal o reajuste de perdas em ano de eleição, com fatos comprovados já ocorridos em anos passados, na mesma situação deste.